Ela é gentil, engraçada, estudiosa e questionadora. Gosta das coisas certinhas, mas não é perfeccionista. Não é muito organizada, mas se vira bem em qualquer situação. O curso escolhido era o de publicidade e propaganda, mas acabou em outro curso. Algo provisório que se tornou definitivo. Foi assim que Andrea Correa, 43, caiu de pára-quedas no curso de jornalismo da Faculdade Estácio BH, em agosto de 2007.
Andrea está no 8° período do curso de jornalismo, uma caminhada de 4 anos que segundo ela foi tranquila, pois estava convicta em ter uma profissão. Pretende atuar na área de assessoria de comunicação. “Optei por esta área durante o 6° período, quando tivemos a disciplina de assessoria de imprensa. Quero trabalhar como assessora de museus”, disse. Ela ainda não tem nenhum museu em mente, e não começou a procurar a vaga, pois quer se empenhar nisso depois que concluir o curso.
Ela não quer parar de estudar, e quer fazer uma segunda graduação ou especialização em história e artes, o que segundo ela vai contribuir com o trabalho que vai desempenhar nos museus.
“Meu sonho é conhecer o mundo, e acho que o curso de jornalismo pode me propiciar isso. Assim como me fez uma pessoa mais atenta e curiosa, politicamente eu fiquei mais crítica e absorvi muitos conhecimentos”, afirma.
Agora na reta final, a monografia está em primeiro plano. Para ela, a monografia vai contribuir muito na hora de conseguir o emprego almejado, pois trata de comunicação empresarial, especificamente, revistas empresariais. “Será um ‘plus’, na minha formação, vai ser ótimo para a atuação em assessoria de imprensa”, conclui.
17 de fevereiro de 2011
3 de fevereiro de 2011
Crise no Egito
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| Confronto de militantes pró e contra o governo |
O conflito começou no dia 25, quando cidadãos saíram às ruas do Cairo para protestar contra o alto valor dos alimentos, o desemprego e a corrupção do governo. A manifestação foi organizada pela internet e foi nomeada como “o dia da revolta”, nome inspirado pela rebelião que depôs o ditador Zine El Abidine Ben Ali, da Tunísia em janeiro deste ano. Para repreender a multidão, militares reforçaram a segurança, e os policiais atiraram bombas de efeito moral e também reagiram com bastões, após jovens atacarem uma viatura que estava na praça Tahrir, um dos principais pontos de protesto.
Mubarak afirmou em um discurso transmitido pela TV estatal do país, que no fim de seu quinto mandato, ele vai ajudar a combater a corrupção, fazendo uma reforma no poder judiciário, e prometeu dialogar com a oposição.
O diplomata Morahmed ElBaradei, membro importante da oposição e também ganhador do prêmio Nobel, afirma que Mubarak não faz o bastante para ouvir os manifestantes e simplesmente os retalhou usando a força. Para ele, a indicação de um vice-presidente e um primeiro ministro foi um truque para que ele possa permanecer no poder. ElBaradei, disse que ele deveria ter renunciado e deixado o poder para um governo provisório, até as eleições.
Em Alexandria, grupos pró e contra entraram em confronto após discurso do presidente, na TV Al Jazeera.
Até o momento as propostas de negociação entre os manifestantes e o governo, não foram aceitas, e não têm previsão para acordo.
Mais
Após protestos contra o rei da Jordânia, foi anunciada mudanças no governo do país. As manifestações do Egito e Jordânia, assim como no Marrocos, Iêmen e Síria, foram inspiradas pelo protesto que derrubou o presidente da Tunísia.
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Conflito no Egito se estende pela madrugada na praça Tahrir
Governo tem medo de perder o controle
28 de janeiro de 2011
MEC divulga lista de aprovados no PROUNI
Após tantas decisões judiciais a nota do Enem foi validada para o PROUNI. Muitos estudantes não conseguiram acessar o site para fazer a inscrição, já os conseguiram garantem ter conquistado uma grande vitória.
Veja matéria
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24 de janeiro de 2011
17 de janeiro de 2011
E os animais?
Muitos animais foram abandonados e perdidos durante as enchentes do Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais.
<>Veja a matéria e ajude.
<>Veja a matéria e ajude.
14 de janeiro de 2011
Chuva causa tragédia no RJ
Segundo informações do site de notícias do yahoo, até às 21h50 desta quinta-feira, as prefeituras contabilizam 470 mortos em quatro municípios, Nova Friburgo (214 mortos), Teresópolis (208 mortos), Itaipava (distrito de Petrópolis, com 35 mortos)e Sumidouro (13 mortos).
Veja as fotos
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20 de novembro de 2010
Conteúdo do Enem não condiz com a realidade da educação pública do Brasil
O número de questões da prova do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) quase triplicou, de 63 questões a avaliação agora contém 160 questões separadas em quatro provas, mais a redação. Os candidatos têm exatamente 10 horas divididas em dois dias para fazer a avaliação.
O estudante de Sistemas de Informação, Rafael Altagnam, 21 anos, já fez o Enem três vezes, nos anos de 2007 e 2008, a prova ainda tinha 63 questões, em 2009 a prova já tinha se reestruturado. Segundo ele, o exame tinha muitas questões que ele não tinha condições de responder, e que a prova era extremamente grande, o que a tornava cansativa. “No ensino médio e fundamental sempre fui um aluno que fazia além do que me pedia. Assim consegui um pouco mais de conhecimento, mas declaro que juntando tudo não foi o suficiente para eu fazer a prova com segurança”, conta.
Para ele o ensino público não oferece condições para os alunos fazerem uma boa avaliação no Enem. “Acho que o nosso ensino público não nos prepara para isso, nos dá apenas a base, precisamos de algo a mais”, diz.
(Ouça um trecho da Entrevista)
Rafael ganhou uma bolsa do PROUNI (Programa Universidade para Todos) em todos os anos, mas só em 2008 que conseguiu o curso e a faculdade que realmente queria cursar. “Consegui aprovação para bolsa na terceira chamada, minha média foi aproximadamente de 72 pontos. Adoro meu curso, e gosto de aprender, tenho a convicção que é o curso dos meus sonhos”, diz.
Para a mestre em Educação, Rachel Martins, o conteúdo cobrado na prova do Enem não é compatível com o que se ensina nas escolas de Educação Básica, mas a proposta do governo é justamente forçar as instituições e seus educadores a reverem suas práticas visando um ensino de maior qualidade. Segundo ela, as escolas privadas já estão preparando, reestruturando o processo de ensino e a metodologia, além da constante capacitação de seus educadores. O tempo seria suficiente se o candidato estivesse apto pra fazer a prova. “O aluno estando preparado desde o 1° do Ensino Médio com este tipo de prova, tira de letra. O tempo passa a ser suficiente. Há todo um cálculo, com bases científicas, de tempo médio para realização de cada questão de acordo com o grau de complexidade”,afirma.
A estudante do último ano do ensino médio, Sara Marques achou o exame muito difícil. Disse ainda, que fez um cursinho pré vestibular no último semestre, para prestar vestibular para o curso de direito.
(Ouça um trecho da Entrevista)
Muitas faculdades e universidades estão aceitando as notas do Enem como forma de ingresso dos candidatos. Segundo dados do Mec , isto foi um dos pontos cruciais para o aumento número de candidatos.
Para Rachel Martins, a universificação do processo seletivo reforça ainda mais a exigência de mudança na qualidade do ensino nas escolas da educação básica. Mas é preciso que alunos, pais, comunidade de modo geral, pressionem as escolas públicas para que não fiquem de fora do processo, e que haja mudança na prática educativa de forma a permitir que nossos alunos tenham mesma oportunidade que alunos da rede particular.
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